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Setor bancário brasileiro assume protagonismo para retomada econômica

Presidentes de cinco grandes instituições financeiras do país participaram hoje da abertura do CIAB FEBRABAN LIVE 2020, maior congresso de tecnologia da informação do setor financeiro da América Latina, que neste ano é online e gratuito

O setor bancário brasileiro fez doações, importou equipamentos, ajudou na criação de novas linhas de crédito para fomentar a economia, se uniu para fazer o pagamento do auxílio-emergencial a 64 milhões de beneficiários todos os meses, além de ajudar empresas a atravessar a crise.

Desafios como enfrentar a burocracia para fazer o crédito chegar na ponta a quem precisa, tornar a tecnologia ainda mais acessível e inclusiva, e redesenhar seu papel na sociedade são pontos comuns na agenda das principais instituições financeiras do país, cujos presidentes participaram de debate que deu início ao CIAB Live 2020, edição online e gratuita do maior congresso de tecnologia da América Latina no setor financeiro.

Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco; Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco; Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa; Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil; e Roberto Sallouti, presidente do BTG Pactual abriram o CIAB FEBRABAN LIVE 2020 com o painel "O setor bancário brasileiro e a Covid-19” e relataram como o setor financeiro está enfrentando a crise e quais são os possíveis caminhos para a retomada do crescimento. Neste ano, o CIAB tem transmissão através da plataforma noomis.

Antes do debate que abriu o congresso de TI, Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN, ressaltou o compromisso do sistema bancário brasileiro com a tecnologia para enfrentar o afastamento social causado pelo Covid-19.

“Queremos ajudar cada brasileiro a ter uma travessia melhor nesse difícil momento de pandemia. Temos uma tecnologia bancária de ponta, inovadora, moderna, segura e acessível para que você sequer precise ir aos bancos para pagar suas contas, conferir suas finanças, enfim, tocar seus negócios”, afirmou Sidney.

Ele ressaltou que o setor bancário já doou mais de R$ 2 bilhões em ações humanitárias e para infraestrutura hospitalar e também já emprestou mais de 1 trilhão desde março. O presidente da FEBRABAN, enfatizou que o setor bancário brasileiro está comprometido com a sociedade para preservar empregos e empresas.

Debate

“Vivemos uma crise de vida e voltamos para o mais básico, que é a preservação da vida”, disse Octavio de Lazari Junior, diretor-presidente do Bradesco, ao destacar que os bancos não são o problema, mas parte “importantíssima da solução da crise”.

“Foi um total de R$ 550 bilhões de operações prorrogadas por 60 dias, depois para 120 e pode ser que prorroguemos um pouco mais”, disse Lazari Junior, ao lembrar que as renegociações não envolveram reajuste na taxa de juros.

A primeira etapa foi proteger os funcionários, os clientes e viabilizar, por meio da tecnologia, o atendimento à população, com ações nos canais digitais do banco, diz Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco. Nos primeiros dias, o acesso dobrou assim como a abertura de contas digitais. “Há uma série de linhas novas em vias de aprovação pelo governo, como a expansão da folha de pagamentos, cuja implementação está mais lenta do que gostaríamos, e que deve permitir nos próximos meses continuar irrigando a economia e permitindo a recuperação das empresas”, acrescentou.

Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa, destacou o papel do setor e das 52 instituições na distribuição do auxílio-emergencial. “Estamos falando de 64 milhões de pessoas que estão recebendo todo mês seu auxílio e mais 60 milhões que receberão o FGTS, cuja primeira parcela começa a ser paga na segunda que vem.”

Durante o painel, ele ressaltou a importância de o setor "se alinhar para fazer diferença”. “Funcionários de outros bancos ligavam para os da Caixa, em momentos de fila grande, sempre oferecendo apoio”, disse o presidente da Caixa.

Frente ao cenário recessivo, Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil, destaca que são necessárias ações para cuidar da mão de obra empreendedora e autônoma, formada por pessoas que já atuavam dessa forma no mercado de trabalho, antes da crise, ou se tornarão autônomas em função do desemprego.

“Cuidar do autônomo é poder dar condições de poder acessar um sistema financeiro que ainda pode ser distante”, disse. O executivo também destacou a necessidade de o setor fazer a inclusão digital de pequenas e médias empresas com a criação de um canal digital para que possam vender seus serviços e produtos por esse meio.

Na avaliação do presidente do BTG, Roberto Sallouti, a democratização dos investimentos, com o avanço da tecnologia e das plataformas digitais, também podem impulsionar a economia, por meio de debêntures incentivadas na área de infraestrutura ou de investimentos em fundos especializados, destacou.  “Isso só é possível com todo o processo de digitalização e todo investimento que está sedo feito pelo setor em educação financeira”, completou o executivo do BTG.

Leia a reportagem completa e assista ao painel de abertura em:

https://noomis.febraban.org.br/temas/inovacao/setor-bancario-brasileiro-assume-protagonismo-para-retomada-economica

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